
A deputada federal pelo estado de São Paulo, Tabata Amaral, atualmente filiada no PDT, disse na noite desta segunda, 14, em entrevista ao programa Roda Vida, da TV Cultura, que quer deixar a legenda, mas sem perder o mandato.
“No meu caso, o PDT, quando decidiu me suspender depois da votação da reforma da Previdência, disse que teria dois meses para me julgar. Isso faz três meses. O PDT deixou de ser meu partido”, disse.
Publicamente Tabata nega que esteja conversando com alguma legenda. “Não sentei para falar com nenhum partido e tinha esperança de resolver essa situação, mas duas coisas são importantes: quero um partido que entenda minha visão de mundo e que me dê liberdade para fazer o que eu fazia dentro do PDT”, conta.
“Quero fazer uma conversa com todos os partidos para entender onde posso construir essa boa política”, afirma.
Já nos bastidores, Tabata tem sido procurada pelo movimento MBL, pelo PSDB e por aliados de Bolsonaro que devem sair do PSL e migrar para uma legenda ainda indefinida.














