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	<title>Destaques &#8211; Brasil Notícias 24 Horas</title>
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		<title>Brasil tem 22,1 mil casos de covid-19; mortes chegam a 1,2 mil</title>
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				<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 00:25:30 +0000</pubDate>
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<p>O Ministério da Saúde divulgou, na tarde de hoje (12), os números atualizados do novo coronavírus. De acordo com a pasta, o número de infectados é de 22.169. Isso representa um aumento de 1.442 casos em relação ao balanço divulgado ontem (11). O número de mortes chegou a 1.223. A taxa de letalidade do vírus vem crescendo no Brasil e chegou a 5,5%.</p>
<p>O estado de São Paulo ainda concentra o maior número tanto de casos (8.755) quanto de mortes (588). O Rio de Janeiro continua sendo o segundo estado com mais registros de contaminação. São 2.855 casos e 170 mortes. Na Região Norte, o Amazonas concentra o maior número de casos, com 1.206 e 62 mortes.</p>
<p>Na Região nordeste, o Ceará se destaca, com 1.676 casos e 74 mortes. No Centro-Oeste, o Distrito Federal tem o maior número de casos, muito à frente dos demais, com 614 casos e 14 mortes. Os estados do Sul do Brasil apresentam um número de casos mais parelho. Santa Catarina é o estado da região com mais casos, 768, e o Rio Grande do Sul é estado com menos, 653. O Paraná tem o maior número de mortes do estado, 30, e 738 casos.</p>
<p>A evolução no número de casos notificados, bem como de mortes, oscila. Da última sexta-feira (10) para ontem (11), 68 novas mortes foram confirmadas. Já de ontem para hoje, foram 99 novas mortes. O pico de evolução de mortes de um dia para o outro foi no dia 9 de abril, que registrou 141 novas mortes em relação ao dia anterior. Em relação aos casos notificados, o pico foi no dia 8 de abril, quando 2.210 novos casos foram confirmados.</p>
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		<title>País precisa ser informado sem pânico, diz Bolsonaro</title>
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				<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 00:04:25 +0000</pubDate>
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								<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_554" aria-describedby="caption-attachment-554" style="width: 804px" class="wp-caption aligncenter"><img class="size-full wp-image-554" src="https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0.jpg" alt="" width="804" height="700" srcset="https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0.jpg 804w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0-300x261.jpg 300w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0-768x669.jpg 768w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0-696x606.jpg 696w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2020/04/economia_pr_jair_bolsonaro_coletiva0104201368_0-482x420.jpg 482w" sizes="(max-width: 804px) 100vw, 804px" /><figcaption id="caption-attachment-554" class="wp-caption-text">O presidente da República, Jair Bolsonaro, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, participam de coletiva de imprensa no Palácio do Planalto</figcaption></figure>
<p>O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (12) que o país precisa ser informado sobre o que “realmente acontece”, sem pânico. Sem citar diretamente o isolamento social praticado em vários estados brasileiros, assim como em todo o mundo, em virtude da pandemia de covid-19, Bolsonaro disse que as pessoas precisam de liberdade.</p>
<p>“Precisamos cada vez mais de liberdade. O país precisa ser informado do que realmente está acontecendo. E não através do pânico, mas através de mensagens de paz, de conforto, [para] cada um se preparar para a realidade”. Sua fala ocorreu na abertura de uma videoconferência com representantes católicos e evangélicos com o objetivo de celebrar a Páscoa. Essa celebração foi transmitida ao vivo pelas redes sociais do Planalto e do próprio Bolsonaro.</p>
<p>O presidente é um defensor do fim do isolamento imposto à sociedade para evitar que o covid-19, altamente contagioso, se espalhe ainda mais pelo país. O vírus já matou no Brasil, de acordo com o último balanço do Ministério da Saúde, 1.124 pessoas. Quase 21 mil pessoas estão infectadas.</p>
<p>Bolsonaro tem manifestado preocupação com os prejuízos econômicos que vêm junto com o isolamento social, uma vez que grande parte do comércio está fechada. Setores como o turístico e de restaurantes, dentre outros, já registram perdas significativas. Para combater a recessão, o presidente defende o chamado “isolamento vertical”. Nele, apenas os grupos de risco ficariam isolados em casa. Ou seja, idosos e doentes crônicos ficaram em casa, enquanto jovens e adultos saudáveis sairiam de casa para trabalhar normalmente.</p>
<p>Bolsonaro começou sua fala afirmando que o Brasil é “o país mais cristão do mundo”, disse que vivemos um momento difícil, sem citar o diretamente o novo coronavírus. Em seguida, acrescentou que só Deus tem a cura. “Vivemos um momento difícil. Sabemos quem pode nos curar [nesse momento, Bolsonaro aponta para cima]. Deus sempre acima de tudo. Nós aqui na Terra temos que fazer a nossa parte.”</p>
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		<title>Os mercados de ações terão de procurar um novo motor de desempenho</title>
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				<pubDate>Wed, 25 Sep 2019 22:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Brasil24h]]></dc:creator>
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								<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-383" src="https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280.jpg" alt="" width="700" height="525" srcset="https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280.jpg 700w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280-300x225.jpg 300w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280-80x60.jpg 80w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280-265x198.jpg 265w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280-696x522.jpg 696w, https://brasilnoticias24horas.com.br/wp-content/uploads/2019/09/blur-1853262_1280-560x420.jpg 560w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" />Atualmente, já não surpreende que a forma como os bancos centrais lidaram com a grande crise financeira de 2008 tenha impulsionado mais os mercados financeiros do que efetivamente relançado a atividade econômica nos últimos dez anos. No entanto, dificilmente pode-se censurar os bancos centrais: perante a abdicação dos governos, ocupados a tentar reduzir os seus deficites, os bancos centrais assumiram o controle e utilizaram a única arma da qual dispunham: atuar sobre o custo do dinheiro. Ao encorajar uma descida das taxas de juros sem precedentes ou, como se diz no jargão dos banqueiros centrais, ao tornar a &#8220;liquidez monetária&#8221; abundante e barata, os bancos evitaram, primeiramente, uma crise econômica grave, permitindo aos titulares de obrigações (cujos preços evoluem no sentido contrário às taxas de juros) e de ações beneficiar-se de mercados em alta de alcance histórico desde 2009. A esperança era que o enriquecimento dos aforradores lhes permitisse consumir mais, que as empresas se beneficiassem de custos de financiamento muito reduzidos para investir e que os Estados tirassem partido deste período pelos bancos centrais para se desendividarem. Infelizmente, os investimentos de produção das empresas mantiveram-se muito tímidos e a fragilidade persistente do mercado de trabalho impediu uma recuperação do consumo. E, ao mesmo tempo, os governos desfrutaram globalmente do benefício de taxas de juros baixas para adiarem as suas boas intenções de reduzir a dívida.</p>
<p>Atualmente, surgiu um novo abrandamento econômico geral. Portanto, tanto nos Estados Unidos como na Europa, os bancos centrais preparam-se para aplicar novamente a mesma receita durante o mês de setembro de 2019: injetar liquidez adicional no sistema financeiro.</p>
<p>O primeiro problema enfrentado nesta nova fase de voluntarismo monetário é a temível lei dos rendimentos decrescentes. Segundo esta regra, tão velha quanto a ciência econômica, a repetição de qualquer esforço produz cada vez menos efeito ao longo do tempo. É o que se passa atualmente com a descida das taxas de juros: já desceram tanto até a data que uma redução adicional está condenada a ter pouco impacto. Isto é válido para a economia: as empresas, muitas vezes já bastante endividadas e preocupadas com a sua carteira de encomendas, estarão pouco dispostas a aumentar os seus investimentos, mesmo que o seu financiamento se torne mais barato. Isto, também, é válido para os mercados. É certo que a descida das taxas de juros se refletirá mecanicamente no preço das obrigações, mas está condenada a ver o seu efeito sobre os mercados de ações a esboroar-se.</p>
<p>O segundo problema é que esta lei dos rendimentos decrescentes está se transformando a lei dos rendimentos negativos: a descida das taxas de juros não só apoia cada vez menos um aumento de consumo, como também está mesmo começando a <em>prejudicar</em> o consumo. Este fenômeno é fácil de compreender: abaixo de um determinado rendimento, se as suas poupanças investidas em produtos obrigatórios  já não renderem grande coisa, deverá então preparar-se para poupar mais a fim de manter os mesmos rendimentos. Isto é confirmado pela análise dos fluxos para os fundos obrigacionistas e monetários, que atingiram valores históricos desde o início do ano de 2019 apesar dos rendimentos oferecidos cada vez mais baixos. Paralelamente, a descida das taxas de juros levou ao desmoronamento da rentabilidade dos bancos. Para a economia, isto significa que uma descida continuada das taxas de juros diretoras por parte do banco central começa, paradoxalmente, a ter efeitos <em>negativos</em> no consumo e no investimento. A consequência para os mercados é que desta vez não ocorra o fenômeno habitual de vasos comunicantes segundo o qual, abaixo de um certo nível de rendimentos das obrigações, os fluxos dos aforradores regressam inevitavelmente aos mercados de ações.</p>
<p>Esta inversão das consequências da descida das taxas de juros está longe de ser insignificante. De fato, a maior parte do otimismo dos investidores em ações nos últimos dez anos tem por base o fato de o compromisso dos bancos centrais em baixar as taxas de juros ter garantido quase automaticamente uma subida dos mercados de ações. O que é que alimentará a sua confiança no futuro, sobretudo se a economia real abrandar? Os próprios bancos centrais e os governos não podem ficar indiferentes a esta questão: a financeirização da economia, especialmente nos Estados Unidos e na Europa, tornou a economia real sensível ao desempenho dos mercados financeiros. Uma forte descida dos mercados de ações teria, sem dúvida, um impacto negativo na confiança das empresas e dos consumidores.</p>
<p>Deste modo, parece ser cada vez mais indispensável tentar outra solução que não seja uma descida infinita das taxas de juros, liderada pelos bancos centrais como nos últimos dez anos, a fim de evitar o risco de um forte abrandamento econômico generalizado. A ideia de um relançamento pelos governos, há muito excluída devido à falta de margem de manobra orçamental, vai-se instalando. A Alemanha, que dispõe de margem de manobra, mostrou-se sempre reticente, mas o abrandamento acentuado da sua economia industrial começou a fazer refletir os seus dirigentes. E, para os outros países da zona euro, é provável que o banco central europeu (sob a alçada de Christine Lagarde) deseje ajudar os países mais necessitados a financiar os planos de relançamento credíveis. No caso dos Estados Unidos de Donald Trump, já sabemos que pouco se importam com a ortodoxia orçamental. O projeto de tal alteração da ação dos poderes públicos ainda não está amadurecido e, por enquanto, são os bancos centrais que têm a palavra. No entanto, poderá ser um evento de extrema importância para os aforradores em 2020. (Angélica Consiglio)</p>
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